Gili Air

Dia 275 

Dia de ir apanhar o barco rumo à ilha Gili Air. Ainda não tínhamos acabado de arrumar tudo e fazer o check-out e já tínhamos o motorista à nossa espera para nos levar até ao porto, para apanhar o barco. Tinham-nos dito que nos iam buscar entre as 8h30 e as 9h00, mas às 8h15 já lá estavam à nossa espera. Ainda bem que já tínhamos tomado o pequeno almoço e já estávamos praticamente despachados. Como fomos dos últimos a entrar no barco, ficámos sentados na parte de trás. Algo que nos deixou contentes porque tínhamos uma boa vista, mas por pouco tempo. Depois de iniciarmos a viagem e de sairmos perto da costa, percebemos que o mar estava um pouco agitado e devido ao vento, começámos a levar com água. Apesar do barco ter 5 motores de 250 cv cada um, não dava para ir à velocidade máxima, devido ao vento e à consequente ondulação, por isso só chegámos à primeira paragem (Gili Trawangan) quase 20 minutos depois da hora prevista. O nosso destino ficava um pouco mais à frente e só demorámos mais uns 20 minutos. Quando chegámos a terra, encharcados e enjoados, fomos logo à procura do nosso hotel e fazer o check in. Depois de tudo arrumado e como já estava na hora de almoço, fomos comer mais uma vez, peixe grelhado, o famoso ikan bakar. A seguir ao almoço, andámos um pouco pela parte sul da ilha e fizemos um pouco de praia e snorkeling na zona sudeste. Como estava um pouco de vento, decidimos voltar para a praia perto do hotel onde ficámos, onde já não havia vento. Ficámos na praia até ao pôr-do-sol e depois ainda fomos dar um mergulho à piscina antes do jantar.

Dia 276

Esta ilha é mesmo muito pequena, em 1h30/2h00 é possível dar a volta. Para este dia, decidimos conhecer a parte norte da ilha. Quando chegámos à praia já estava bastante calor e fomos logo procurar uma sombra. Depois foi tempo de fazer um pouco de snorkeling na Han’s reef. Apesar de haver muitos peixes, os corais já estão bastante destruídos, por isso não ficámos muito impressionados. Depois de chegarmos à toalha, uma missão complicada para os nossos pés ??, decidimos secar e ir almoçar. Desta vez, escolhemos um restaurante bem pequeno, Firda, no centro da ilha. A comida estava bastante boa, tudo feito na hora e a um bom preço. Caso para dizer bom e barato. A seguir ao almoço voltámos para a praia, mas desta vez para a parte este da ilha, numa zona onde é possível ver tartarugas. Após uma tentativa falhada de ver tartarugas, voltámos para a água (o Du e a Corinne tinham ido fazer uma massagem) e desta vez conseguimos ver uma tartaruga, apesar de já não ser a primeira vez que vemos uma, nós adoramos sempre e ainda para mais esta foi a maior que alguma vez vimos. Como já não faltava muito para o pôr-do-sol, voltámos para a parte oeste da ilha. Para jantar decidimos ir comer a um restaurante (Le Sate Bar) onde a especialidade é sate, espetadas de carne grelhadas. Neste restaurante também podíamos comer espetadas de peixe e vegetais. Nós optámos por um menu que tinha espetadas de galinha, vaca e vegetais. Para sobremesa comemos umas belas espetadas de ananás com chocolate, que estavam simplesmente deliciosas.

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