Tofo

Dia 372

Neste dia, como o Joe e a Mathilde estavam de folga, fomos com eles até ao monumento. Um sítio muito bom para ver baleias e golfinhos, que se situa muito perto do Tofinho. Pelo caminho, parámos numa zona onde havia muitas pessoas a apanhar mexilhão. Enquanto lá estávamos, vimos uma baleia Humpback a saltar mesmo perto de nós, ficámos super contentes. Depois de uma bela caminhada pela praia, lá chegámos ao sítio tão esperado. Ficámos simplesmente sentados a observar o horizonte, na esperança de ver baleias a saltar. E foi mesmo isso que aconteceu, apesar de não ter sido tão perto quanto gostaríamos, vimos algumas a saltar. E quando já estávamos para ir embora, porque já estava na hora de almoço, vimos golfinhos mesmo muito perto, a curtirem umas ondas ?. Seguimos a recomendação do casal e fomos almoçar ao “Mama Bia”, um pequeno restaurante bem local e onde comemos um belo arroz com um carapau frito, estava delicioso. Depois voltámos para casa para beber um café e descansar um pouco. Mais tarde, voltámos para a praia para observar mais umas baleias ? algo simplesmente espetacular e que não nos cansávamos de fazer. Para jantar, decidimos ficar por casa e cozinhar. De salientar, que durante todo o dia a cadela chicken nos acompanhou ?.




Dia 373

Depois de tomarmos o pequeno almoço, fomos fazer o mesmo percurso do dia anterior até ao monumento e mais uma vez a chicken foi connosco. Como o almoço do dia anterior tinha sido tão bom e bem em conta, voltámos à “Mama Bia”. Desta vez, optámos por comer um prato de camarão e outro de lulas e mais uma vez deixaram-nos com água na boca. Depois à tarde fomos para a praia, mas desta vez para o lado esquerdo na direção da escola de mergulho “Liquid”. Quando já estávamos para ir embora, uma baleia não muito longe da costa começou a dar um espetáculo de saltos e nós, como é óbvio, já não fomos embora e ficámos ali a observá-la durante uns belos 15 minutos. Mais uma vez para jantar, fizemos uma coisa rápida no alojamento.




Dia 374

Como ainda não tínhamos ido à praia da barra, decidimos lá ir neste dia. Basicamente é uma praia que fica mais próxima do estuário de Inhambane e que tem uma areia bem branca. Antes de partirmos, ainda fomos até à escola de mergulho “Diversity” para marcarmos um passeio de barco para o dia a seguir. Para chegar a esta praia, mesmo não sendo muito longe, foi uma bela aventura. Primeiro apanhámos um autocarro público, sim aqui (não sabemos bem como) existem autocarros públicos ?. Pagámos 7 MTS cada um até ao cruzamento da Babalaza. Depois perguntámos a uns locais por um “chapa” e já nos queriam impingir um táxi. Enquanto esperávamos por um “chapa”, um local disse-nos para ir pedir boleia a uma pessoa que estava ali parada, porque ia para lá. Foi isso que fizemos e correu bem, pois ele ofereceu-nos logo boleia e ainda para mais ia mesmo para o sítio que nós queríamos. Quando chegámos, fomos andar um bocado pela praia deserta. Apesar de haver alguns alojamentos, pessoas na praia nem vê-las e as poucas que vimos eram locais. Andámos um bocado e decidimos ir fazer um pouco de praia. A água estava com uma temperatura agradável, apesar de um pouco de vento que se fazia sentir. Enquanto estávamos na água, encontrámos umas conchas muito engraçadas e que nunca tínhamos visto antes, as Pansy Shell. Depois de nos secarmos e de comermos alguma coisa, fomos andar um pouco até a um alojamento que se chama “Flamingo bay resort”, na esperança de ver flamingos. Quando lá chegámos, flamingos nem vê-los e hotel está mais abandonado, que em funcionamento. Na entrada estavam 7 moto4 e um jeep parados e pelo aspeto já fazia algum tempo. Como estava tudo aberto, demos uma volta e conseguimos ver o hotel todo ao abandono, exceto o restaurante que estava em funcionamento e até tinha lá funcionários. Quando vimos uma pessoa e perguntámos se se tinha passado alguma coisa com o estabelecimento, ele disse que não e que o restaurante estava aberto, um pouco estranho tendo em conta o aspeto das casas. Pelo menos, apesar de não termos visto flamingos, deu para tirar umas belas fotos a coisas abandonadas. Decidimos então voltar para trás e caminhar mais um pouco na praia, mas desta vez no sentido contrário até ao sítio onde tínhamos de apanhar o “chapa”. Ainda ponderámos em ir a pé até à praia do Tofo, mas tendo em conta que eram cerca de 10km, decidimos tentar apanhar um transporte ou quem sabe boleia. Como já lá estava um “chapa”, decidimos ir logo, mas é claro que tivemos de esperar um bocado. Pagámos 10 MTS cada um até ao cruzamento da Babalaza. Quando chegámos, ainda faltava um bocado até passar o autocarro público, por isso decidimos ir a pé até ao ATM (multibanco) mais próximo, a cerca de 1,5 km. Em Tofo não existe nenhum ATM, este é o mais próximo e fica a cerca de 4,5 km. Enquanto levantávamos dinheiro, parou um carro para meter combustível nas bombas e perguntámos se iam para Tofo e nos davam boleia e eles disseram que sim. Chegámos a Tofo e ainda fomos um pouco até à praia observar as baleias Humpback, que tanto adoramos. Para jantar fizemos um belo esparguete à bolonhesa.





Dia 375

Para este dia, tínhamos programado um passeio de barco, para tentar ver as baleias Humpback de mais perto e também tartarugas, golfinhos, raias gigantes e talvez as baleias tubarão (Whale shark). Tudo muito bonito, até que chegámos à escola de mergulho “Diversity” e nos dizem que não sabiam se o tempo está favorável para fazer o passeio, devido ao vento, isto eram 9h00. Disseram para virmos por volta das 10h00 e assim foi. Quando voltámos disseram que o tempo estava bom, mas que não haveria passeio, porque não havia pessoas suficientes. Também já tinham falado com as outras escolas de mergulho e eles também não iam fazer o passeio. Com tudo isto, ficámos sem fazer passeio de barco, pois no dia a seguir íamos para Vilanculos. Ficámos bastante chateados com esta empresa, pois quando lá fomos marcar o passeio no dia anterior disseram-nos que mesmo que não houvessem pessoas suficientes eles iam sempre arranjar uma solução. Pois bem, a solução que nos arranjaram foi cancelar. Conclusão, nunca deixem para o último dia e não acreditem muito quando dizem que se arranja uma solução. Perante esta situação, decidimos ir mais uma vez andar até ao monumento e ver as baleias a saltar. Quando lá chegámos, mais uma vez, vimos golfinhos a apanhar umas ondas e também várias baleias a saltar. Por volta da hora de almoço, voltámos para o centro para irmos almoçar à “Mama Bia”. Desta vez optámos os dois por comer camarões acompanhados de arroz e salada. A seguir ao almoço, fomos até casa tomar um café e depois seguimos até à praia. Fomos até à zona onde as pessoas normalmente vão apanhar o mexilhão, pois aí, foi onde vimos mais de perto as baleias a saltarem. Ainda estávamos a andar para essa zona e já estava uma baleia a saltar não muito longe da costa. Começámos logo a acelerar o passo para não perder nada do “espetáculo”. Isto foi sem dúvida uma coisa que não nos cansámos de fazer durante estes dias, ver as baleias Humpback. Depois, enquanto caminhávamos na praia, parámos para beber uma água de coco. Voltámos para o alojamento, comemos o coco, fomos tomar um belo banho e aproveitámos para fazer mais algumas coisas no website. Desta vez, para jantar decidimos ir ao “Mojo’s”, o restaurante onde tínhamos ido almoçar no dia que chegámos a Tofo. A Carina pediu um caril de frango e o João um hambúrguer da casa. O hambúrguer estava mesmo muito bom. Depois foi tempo de ir para casa descansar, porque no dia a seguir íamos seguir caminho para Vilanculos.




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