Buenos Aires

Dia 424

Chegámos ao aeroporto internacional Zeiza, em Buenos Aires às 11h00. Tivemos que esperar quase 1 hora para passar o controlo de imigração e depois foi só buscar as mochilas. Optámos por usar o Uber para chegar ao apartamento Airbnb, que tínhamos reservado no bairro Palermo. Por aqui o Uber não é nada bem visto tanto pelo governo, como pelos taxistas. Chegámos ao apartamento já passava das 13h00. Por sorte, tínhamos trazido alguma comida connosco e aproveitámos para comer umas sandes. Passámos um par de horas a descansar e no final do dia saímos novamente para levantar dinheiro e fazer algumas compras. Gostámos bastante do ambiente festivo de fim de semana que encontrámos pelas ruas de Palermo. Em relação ao banco, escolhemos o banco ciudad, pois é aquele que a taxa fixa é menor. No final do dia voltámos para casa, fizemos o jantar e fomos descansar. Estávamos muito cansados desta longa viagem e a diferença horária era de 5 horas em relação a África do Sul.

Dia 425

Neste dia decidimos ir visitar o bairro de San Telmo, mas não acordámos muito cedo pois precisávamos de descansar. Por volta das 11h00 saímos de casa e fomos até à estação de metro Palermo. Para andar de meio transporte em Buenos Aires é necessário comprar o cartão SUBE. Este cartão custa 65 ARS e podemos recarregá-lo com crédito. Cada viagem de metro custa 12,5 ARS. Nós saímos na estação de metro catedral. Caminhámos um pouco e já estávamos na praça de Mayo. Como era domingo, estava tudo bastante animado e as ruas fechadas para os carros. Todos os domingos perto da praça de Mayo, existe um evento onde é apresentada a cultura, gastronomia, danças…, de um país à escolha. Neste dia foi o Líbano. Existem várias barraquinhas com comida típica do país e um palco onde são interpretadas várias danças típicas. Depois passámos pela rua Bolivar em direção ao mercado de San Telmo. Mas antes, ainda passámos pelo restaurante Banco Rojo e comemos um hambúrguer e tacos, que estavam divinais. O mercado de San Telmo, realiza-se todos os dias da semana, mas no Domingo é gigante e estende-se por várias ruas à volta do mercado coberto. Também assistimos a um pequeno espetáculo de tango, na praça Dorrego. Para voltar à praça de Mayo, voltámos pela rua Defensa e ainda vimos mais pessoas a vender artesanato e roupa. Como ainda nos sentíamos cansados da viagem, decidimos voltar para o apartamento. Apanhámos o metro para Palermo, fomos comprar alguma coisa para jantar e descansámos.








Dia 426

Acordámos calmamente, tomámos um bom pequeno almoço e fomos até ao bairro La Boca. Este bairro fica a sul do centro de Buenos Aires, depois do bairro de San Telmo. Para lá chegar, fomos de autocarro e demorou mais de uma hora. As ruas e as casas são muito coloridas e cheias de vida. É também onde se encontra o famoso estádio La Bombonera, do clube Boca Juniors. Aproveitámos para almoçar no restaurante La glorieta de Quique, mesmo em frente ao estádio e comemos a famosa e deliciosa sandes de bife de chouriço ou lombito. Após o almoço, demos uma volta pelas ruas em La Boca e depois apanhámos outro autocarro até uma paragem perto da ponte da Mulher, no bairro Puerto Madero. Apreciámos esta ponte e visitámos o navio museu ARA Presidente Sarmiento, que serviu como navio para treinamentos da Marinha Argentina. De seguida, fomos mais uma vez até à bela praça de Mayo e seguimos pela avenida de Mayo, por onde passámos pelo café Tortoni, palácio Barolo até chegarmos ao gigante e impressionante Congresso da Nação Argentina. Depois de apreciar o edifício do congresso e todos os outros edifícios coloniais, apanhámos o autocarro e fomos para o apartamento, onde jantámos e atualizámos o site.



 

 


Dia 427

Neste dia decidimos visitar o bairro Recoleta e para isso, fomos de metro até onde se encontra o famoso teatro Colón. De um lado está o teatro e do outro o lindo palácio da Justiça. Fomos até à praça onde está o monumento Obelisco e como estavam a fazer um rastreio de pele gratuito, a Carina aproveitou a oportunidade e fez. Felizmente estava tudo bem. Depois, continuámos o nosso caminho até à Recoleta. Antes de chegar e como já estava na hora de almoço, parámos no restaurante Sanjuanino, conhecido pelas suas famosas empanadas que foram de comer e chorar por mais. De seguida, fomos visitar o cemitério de Recoleta. Este cemitério ganhou fama pelas lápides e mausoléus de luxo, que refletem a boa época económica da Argentina, no século XIX. Aqui encontram-se muitas pessoas e famílias importantes para o povo argentino. Hoje em dia, os enterros neste cemitério já não são tão comuns. Depois de visitar o cemitério fomos até ao Museu Nacional de Belas Artes. O museu é gratuito e interessante e tem obras do Picasso, Van Gogh e Monet. De seguida, fomos apanhar o autocarro para Palermo. Passámos por um quiosque para recarregar o cartão SUBE e para comprar “moedas”, para usar a máquina de lavar a roupa que está no prédio onde estamos alojados. Fizemos o jantar em casa e por volta das 22h30 voltámos a sair. Fomos até à “discoteca” Salon Canning, onde as pessoas vão dançar tango até às 5h00. Para lá chegar, decidimos apanhar um Uber. Já bem instalados, pedimos uma garrafa de vinho tinto d região de Mendoza e instalámo-nos numa mesa perto da pista de dança. Adorámos ver os locais a dançar tango e por volta das 2h00 houve uma banda local (violão, piano, acordeão, violino) que animou ainda mais a noite. Mais tarde, um casal argentino que dança tango a nível profissional também dançou. No final da noite, por volta das 03h00 apanhámos voltámos a apanhar um Uber e fomos descansar. Foi sem dúvida alguma uma noite muito especial.







Dia 428

Acordámos um pouco mais tarde, visto que também não nos tínhamos deitado muito cedo. De manhã, aproveitámos para lavar roupa e a Carina foi cortar o cabelo, que bem precisava. Por volta das 14h00, fomos almoçar ao restaurante Cantina, que como muitos outros restaurantes, tem um menu mais económico à hora de almoço. De salientar a deliciosa sobremesa, crepe com recheio de doce de leite. Depois, fomos até aos bosques de Palermo, onde vimos o jardim das rosas e passámos pelos vários lagos. Um espaço verde muito cuidado e bonito. De seguida, fomos ver a floralis genérica, uma escultura metálica em forma de flor gigante que ficava perto do Museu Nacional de Belas Artes e que nos tínhamos esquecido de visitar no dia anterior. No final da tarde, apanhámos o autocarro até Palermo, jantámos em casa e descansámos.





Dia 429

Neste dia de manhã, decidimos começar por visitar o jardim botânico. Depois caminhámos até à famosa e lindíssima livraria El Ateneo Grand Splendid que no passado já foi um teatro e um cinema. Uma curiosidade engraçada é que aqui em Buenos Aires se vêm muitas pessoas cuja sua profissão é passearem cães. Antes de irmos almoçar, passámos ainda pelo palácio das Águas Corrientes. De seguida, apanhámos um autocarro e fomos almoçar um choripan ao restaurante Nuestra Parrilla. Como estávamos perto, passámos e descansámos na praça Dorrego, bem diferente do Domingo passado com toda a feira. Aproveitámos e fomos beber um café ao antigo café La poesia. Apanhámos mais uma vez o autocarro e fomos para casa descansar. À noite, decidimos ir jantar ao restaurante Don Niceto, uma bela parrilla, queijo provoleta e vinho de Mendoza.










Dia 430

Acordámos bem cedo, pois era dia de apanhar mais um voo, desta vez em direção a Ushuaia. O táxi custou 150 ARS, de Palermo até ao aeroporto Jorge Newbery. Chegámos a Ushuaia por volta das 14h00. Apanhámos novamente outro táxi do aeroporto até à casa Airbnb, perto do centro de Ushuaia, que nos custou também 150 ARS. Depois de nos instalarmos fomos até ao centro. Como já era 15h00, os restaurantes já não serviam mais comida. Tivemos que ir ao supermercado comprar alguma coisa e fomos até ao centro de informações para organizar os próximos dias. À noite, fomos comprar umas pizzas para o jantar.

 

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