Santiago

Dia 469

Acordámos bem cedo e depois de tomarmos o pequeno almoço, fomos diretamente para o terminal rodoviário. Apanhámos um táxi e em 10 minutos já lá estávamos. Como já tínhamos comprado o bilhete pela internet, foi tudo muito rápido. A viagem até Santiago foi bastante longa, mas muito bonita, pois atravessámos a cordilheira dos Andes. Como estamos no verão não tinha neve, mas conseguíamos ver que durante o inverno fica tudo cheio de neve, pois existem várias pistas de ski. Chegámos a Santiago por volta das 14h30 e depois fomos logo apanhar o metro até à casa onde íamos ficar. Para usarmos os transportes públicos (metro e autocarro), temos que comprar um cartão (Bip) que custa 1550 pesos chilenos e depois temos que o carregar. O preço do bilhete de metro muda consoante os horários, mas em média ronda os 720 pesos chilenos. Chegámos lá por volta das 15h30 e cheios de fome. Depois de deixarmos as coisas no quarto, fomos logo comprar alguma comida. Já com a barriga cheia, ficámos a descansar, pois a viagem tinha sido bem longa e no dia anterior não tínhamos parado. Já mais para o final da tarde, fomos ao supermercado fazer umas compras para depois irmos cozinhar.

Dia 470

Depois de uma noite muito bem dormida, lá nos resolvemos a sair da cama, tomar o pequeno almoço e apanhar o autocarro até á base do Cerro San Cristóbal. Fomos até à estação de teleférico Oásis, que nos leva até ao topo do monte, onde está uma capela e uma estátua da Virgem Maria. A viagem é bastante bonita, tendo já uma boa vista da cidade. Parámos na estação do meio e vimos a enorme piscina Tupahue. Depois, seguimos então até próximo da estátua da Virgem Maria, de onde se pode ver a cidade de Santiago, rodeada pela cordilheira dos Andes e o rio Mapocho que serpenteia a cidade. Como estava muito calor e a cidade é bastante poluída, a vista não foi a melhor. Havia uma espécie de véu (neblina), sendo difícil ver nitidamente toda a paisagem. Depois de apreciarmos esta vista e de beber uma bebida típica chilena, “Mote con Huesillos”, descemos de funicular até ao outro lado do cerro. A viagem de teleférico e funicular custou 3550 pesos chilenos, cada um. Quando saímos do funicular andámos pela rua Pio nono, no bairro Bellavista e passámos pelo pátio Bellavista, tudo bastante colorido e com várias peças de arte. Depois, fomos até ao parque florestal, onde vimos a fonte Alemanha e aproveitámos para fazer um piquenique. Descansámos um pouco, fugindo do calor e seguimos até à famosa praça de Armas, que está rodeada por lindos edifícios, que datam da época dos espanhóis. Visitámos os correios e a linda Catedral Metropolitana. Continuámos então caminho pelas ruas pitorescas até ao Centro cultural Palácio de la Moneda. Daí, seguimos em direção ao Cerro Santa Lucía. Passámos pela bonita fonte Neptuno e subimos até ao último miradouro. A vista não é tao impressionante, mas temos uma outra perspetiva da cidade. Depois desta última visita, fomos de autocarro para casa e aproveitámos para descansar. O dia seguinte reservou-nos mais uma viagem de avião, desta vez em direção a São Paulo, Brasil.

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