Mérida

Dia 694

Dia de irmos visitar mais um Sítio arqueológico, desta vez Mayapan. Para lá chegarmos, tivemos de fazer cerca de 50 km e demorámos 1h. Para entrarmos, tivemos de pagar 45 pesos por pessoa. Esta cidade Maya cobre uma área de 4 km2 e no seu apogeu tinha uma população de cerca de 12 000 habitantes. Durante o período de 1200 e 1441 foi considerada o mais importante centro da civilização Maya. Gostámos muito de visitar este Complexo arqueológico, pois os edifícios estão todos muito próximos e podemos subir ao templo “Kukulkán”. Quando terminámos a visita, seguimos para o Cenote Noh-Mozon, que ficava perto. O caminho para lá chegar é muito mau, fizemos os últimos 4 km em 45 minutos. Para entrar, tivemos de pagar 40 pesos cada um. A vantagem deste cenote é que não havia praticamente ninguém e é muito bonito, pois é semiaberto e está rodeado de muitas árvores. Quando chegámos a Mérida, aproveitámos para dar um passeio pelo centro e visitar a Catedral. Como tínhamos gostado tanto do restaurante do dia anterior, tivemos de lá voltar outra vez 😁.

Dia 695

Último dia do mês e dia de descansar um pouco 😁. Da parte da manhã, aproveitámos para atualizar o website e o João foi cortar o cabelo. À tarde, fomos ao “Gran Museo el Mundo Maya”, enquanto a Gaelle descansava um pouco no alojamento. O custo de entrada foi de 150 pesos mexicanos por pessoa e demorámos cerca de 2 horas a visitar o museu. Achámos o museu muito interessante e recomendamos a visita, caso se tenha algum tempo. Ficámos a perceber muito melhor a civilização Maya, desde os seus costumes, o calendário Maya, os diferentes períodos, etc… Decidimos jantar em casa um belo “ratatouille”.

Dia 696

Como já não visitávamos um sítio arqueológico há 2 dias, decidimos conhecer Uxmal. Tomámos o pequeno almoço um pouco mais cedo e por volta das 9h15, já estávamos à entrada do complexo arqueológico. O custo de entrada foi de 413 pesos mexicanos por pessoa. Não chegámos muito tarde, mas mesmo assim já se fazia sentir muito calor. À entrada, o segurança já nos estava a dizer para colocarmos repelente, pois os mosquitos eram ferozes. Assim que ele disse isso, já estávamos a ver mosquitos “mutantes” pousados em nós 😬😱. Vamos agora falar de Uxmal. Entre 900 e 1200 d.C., Uxmal era o centro político e económico dos Mayas, na região Puuc. Estima-se que nos 37,5 km2 desta zona viveram cerca de 25000 pessoas. Nós adorámos visitar este sítio arqueológico e o que mais nos surpreendeu foi o “Cuadrángulo de las Monjas”, a “Pirámide del Adivino” e o “Palacio del Gobernador”. Ao todo, estivemos quase 3h a visitar Uxmal. Daqui, fomos visitar mais um cenote, ou melhor dois cenotes, o “X-Batún” e o “Dzonbakal”. Para entrar, tivemos de pagar 80 pesos por pessoa. Para sermos sinceros, estávamos à espera de melhor. O “X-Batún” não é muito grande e havia bastantes pessoas e o “Dzonbakal” também não nos surpreendeu. Depois de almoçarmos, fomos dar mais um mergulho e passado um bocado, voltámos para Mérida. Já não voltámos a sair do alojamento e jantámos por lá.

Dia 697

A Carina já não andava muito bem do ouvido esquerdo e neste dia, tinha ainda mais dores. Depois do pequeno almoço, fomos à farmácia “Del Ahorro”, pois esta cadeia farmacêutica tem sempre um médico de serviço. Depois da consulta, a médica disse que a Carina tinha uma otite externa e receitou umas gostas para o ouvido. Já se sabe, nada de meter a cabeça dentro de água nos próximos dias 🙁. Depois, voltámos para o alojamento e já era quase hora de almoço. Almoçámos e seguimos viagem de volta a Tulum. Chegámos a Tulum já perto das 17h00 e depois de deixarmos as coisas no alojamento que tínhamos reservado, o João e o Guillaume foram entregar o carro. Decidimos jantar “ramen” num restaurante japonês.

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