Palenque

Dia 702

Depois de quase 20 horas a andar de transportes, quando chegámos a Palenque estávamos bastante cansados. Felizmente, o quarto já estava disponível. Fomos às compras, almoçámos e aproveitámos o resto do dia para descansar e atualizar o website.

Dia 703

Depois de uma noite bem dormida, foi dia de visitarmos o sítio arqueológico de Palenque. Depois do pequeno almoço fomos apanhar um “coletivo” (autocarro local) até às ruínas de Palenque. Por este transporte pagámos 20 pesos mexicanos por pessoa. Chegámos relativamente cedo, mas já haviam várias pessoas e alguns grupos. Para visitar este complexo arqueológico pagámos 111 pesos mexicanos cada um, ou melhor 75 para a visita e mais 36 para entrar no Parque Nacional. Começámos a visita pelo “Templo de Cavalera” e acabámos em frente ao “Museo del Sitio Palenque”. Palenque foi uma das cidades Mayas mais poderosas durante o período clássico (250 a 900 d.C.) e teve o seu apogeu entre os anos 600 e 900 d.C. Originalmente, esta cidade tinha o nome de “Lakamba”, ou seja, “o lugar das grandes águas”. Aqui é um dos locais onde chove mais no México. Um dos indivíduos Maya mais importante até hoje é o “Pakal el Grande”, que foi o governante de Palenque durante os anos de 615 e 683 d.C. No ano de 1952, a sua tumba foi descoberta e estava enterrada a 25 metros no “Templo de las Inscripciones”. A peça mais famosa das oferendas encontradas dentro do túmulo foi uma máscara coberta com jóias jadeíte. Este complexo arqueológico é muito interessante e os monumentos que mais gostámos de visitar foi:
– Templo de las Inscripciones;
– Palácio;
– Templo de la Cruz;
– Templo do Sol;
– Templo de la Cruz Foliada.
Quando terminámos a visita, fomos ver o museu deste complexo arqueológico. Podemos compreender melhor a história de Palenque, vimos muitas peças de artesanato Maya e vimos a réplica do túmulo de Pakal (o que mais gostámos). A visita demorou aproximadamente 4 horas.  Da parte da tarde, descansámos um pouco e planeámos a nossa próxima viagem de autocarro.

Dia 704

O nosso plano inicial era ir de Palenque até San Cristóbal de las Casas num tour para podermos ver as Cascatas “Agua Azul” e “Misol-Ha”. Decidimos não fazer este tour, porque um dia antes um autocarro de turistas tinha sido assaltado na cascata “Lagoa Azul”. Além disso, esta zona já é conhecida pelos conflitos entre as comunidades locais. Ou melhor, os locais bloqueiam a estrada e pedem dinheiro para as pessoas poderem passar. Para evitar surpresas, optámos por ir de autocarro até San Cristóbal e por consequência, fazer uma viagem mais longa para evitar essa estrada, demorando cerca de 9 horas. Pelo bilhete de autocarro (ADO) pagámos 350 pesos mexicanos cada um. Basicamente, passámos o dia a andar de autocarro. Chegámos a San Cristóbal por volta das 18h00, estava a chover e fazia um pouco mais frio, algo que já não estávamos muito habituados. Para chegarmos ao alojamento “Casa Monad”, apanhámos um táxi pelo qual pagámos 40 pesos mexicanos. Depois de deixarmos as mochilas no quarto, fomos jantar ao restaurante “El Brasileiro”, onde a especialidade são os seus deliciosos hambúrgueres caseiros. O dono é o Jaime, brasileiro e muito simpático. Depois foi hora de ir descansar, porque estas viagens longas de autocarro moem o corpo.

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