Tulum

Dia 687

Depois de tomarmos o pequeno almoço e nos despacharmos, apanhámos um táxi em direção às ruínas de Tulum. Pela mesma distância, em Bacalar pagámos 40 pesos mexicanos e aqui, 80 pesos mexicanos. Chegámos às ruínas perto das 09h00 e já se fazia sentir um calor tremendo. A entrada custou 75 pesos por pessoa e já estavam imensas pessoas. Esta cidade também era conhecida como “Zama”, que significa amanhecer, pois aqui é um dos lugares no México onde se vê os primeiros raios de sol. Devido à sua privilegiada localização mesmo em frente ao mar, era um porto comercial. Aqui, chegavam produtos de muitos lados e que eram trazidos por terra, mar e rio. Quando acabámos, fomos dar um mergulho à praia “Paraiso”, que fica muito perto deste complexo arqueológico. A praia é muito extensa, cheia de hotéis e agora, com muitas algas. Nunca pensámos que houvessem tantas algas (montanhas) e que o cheiro fosse tão intenso. Mais tarde, voltámos para o hotel e fomos almoçar. Aproveitámos para descansar um pouco, porque não se podia estar na rua com o calor que se fazia sentir. À tarde, fomos visitar várias agências de aluguer de carros. Escolhemos a agência “Mex Rental Cars” e pagámos 5470 pesos mexicanos (seguro completo) para 9 dias. Antes de voltarmos para casa, ainda passámos no supermercado. Fizemos o aperitivo em casa, cervejas fresquinhas, guacamole caseiro e claro, boa conversa.

Dia 688

Neste dia, decidimos visitar a praia de Akumal e a lagoa “Yal-ku”, seguindo as sugestões de pessoas locais. Apanhámos um coletivo até Akumal e caminhámos cerca de 2 km até à lagoa. Quando chegámos a Akumal, rapidamente nos apercebemos que não era a nossa “praia” e que para aceder à costa, tínhamos que pagar ou estar alojados num dos hotéis. Akumal tem uma praia muito conhecida, pois a partir daí pode-se nadar com muitas tartarugas. Há muito pouco tempo começou-se a cobrar entrada nessa praia e se quisermos nadar com as tartarugas, temos que fazê-lo com guia. Como já nadámos com tartarugas e não queríamos fazê-lo com guia, desistimos da ideia. Para entrar no lago, tivemos de pagar 265 pesos mexicanos por pessoa, o que achámos bastante caro. Ficámos a saber que a partir de fevereiro deste ano, todas ou uma grande maioria das atrações turísticas no México aumentaram de preço (muitas vezes mais de o dobro).  Esta lagoa é conhecida por ser um bom sítio para fazer snorkeling, pois tem muitos peixes. Ficámos bastante desiludidos com o snorkeling e com a quantidade enorme de turistas. Depois de termos passado algum tempo na lagoa, por volta das 15h00 decidimos ir embora. Como gostávamos de ver a praia de Akumal, mas não queríamos pagar só para vê-la, disseram-nos que se entrássemos por um caminho perto da estátua Pablo Bush Romero e se caminhássemos pelas rochas, chegaríamos lá. Já quase a chegar, fomos abordados por uns homens mexicanos com aspeto duvidoso e uma atitude bastante agressiva a dizerem que para passar por ali tínhamos de pagar. Preferimos não insistir e voltámos até à estrada principal para apanhar o coletivo de volta a Tulum. Quando chegámos, fomos logo à agência para reservar o carro para o dia seguinte. Voltámos para casa, fomos beber um aperitivo, conversar e fazer o jantar. No dia seguinte, iriamos iniciar a nossa aventura de carro pelo México. Para sermos sinceros, esta parte do México desiludiu-nos bastante. Não gostamos deste tipo de turismo de massa, as praias estavam cheias de algas, a cidade de Tulum não tem qualquer charme e os preços praticados para aceder aos cenotes são exagerados.

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