Dia 158
Hoje foi dia de apanharmos mais um avião, aliás, não foi só um, foram dois. Logo de manhã por volta das 8h30 apanhámos um voo de Yangon para Kuala Lumpur, ficámos o dia todo no aeroporto e à noite apanhámos outro voo com direção a Calcutá, Índia. Chegámos ao aeroporto de Calcutá por volta da 1h00. O Thierry veio de Bangkok, para nos acompanhar nesta aventura pela Índia. Depois de termos chegado ao aeroporto, ter passado pelos serviços de emigração e termos as mochilas, dirigimo-nos para a saída. Como precisávamos de ir para o centro da cidade, fomos até ao serviço de táxis pré-pagos, pois assim temos a certeza que estamos a pagar o valor correto. Esta viagem de táxi até ao hotel onde ficámos, que fica relativamente perto do centro da cidade, custou-nos 300 INR (rupias). Lá por volta das 03h00 chegámos ao hotel, instalámo-nos e caímos na cama. É caso de dizer que este dia foi super cansativo e parecia não ter fim, contando também com o pormenor do fuso horário ter mudado 3 vezes ahah.
Dia 159
Decidimos tirar este dia para descansar. A Carina e o Thierry ainda foram dar uma volta pelo bairro onde o hotel estava, mas rapidamente se cansaram e voltaram para o hotel. Sim, porque passear por estes lados, 1 h equivale a uma tarde inteira num “sítio” mais calmo. A vida aqui em Calcutá e imaginamos que no resto da Índia seja o mesmo, é muito intensa, muita gente, muita buzinadela, muito trânsito… Já à noite, fomos jantar com os nossos amigos Betina e Dan que por coincidência também se encontravam em Calcutá, antes de irem para Banguecoque na Tailândia.
Dia 160
Neste dia depois de tomarmos o pequeno-almoço no hotel, fomos ter com o Dan e a Betina a um café no centro da cidade. Passámos pelos parques Maidan e Elliot até chegarmos ao monumento Memorial Victória, um edifício enorme feito de mármore rodeado por jardins. Este monumento foi construído entre 1906 e 1921 e foi feito em memória à Rainha Victória. Sim, pois a cidade de Calcutá tem cerca de 350 anos e esteve sob o domínio Britânico, sendo que podemos ver ainda os edifícios coloniais por toda a cidade. Calcutá é a segunda maior cidade da Índia e foi a primeira cidade da Índia a ter linhas e sistema de metro. Já no final do dia, fomos beber um copo a um bar no roof-top, bem junto ao novo mercado onde pudemos ter uma vista privilegiada sobre a cidade. Depois descemos e fomos dar uma volta pelo mercado antes de irmos jantar. Despedimo-nos então do Dan e da Betina e fomos de metro para o hotel.
Dia 161
Neste dia decidimos ir visitar um templo bem peculiar, pois todas as manhãs fazem um sacrifício de uma cabra. Este templo chama-se Khaligat. Mal entrámos veio ter connosco um senhor que trabalha no templo que logo nos direcionou para outro senhor que nos iria explicar o ritual e as diferentes partes do templo. Foi tudo muito confuso, o inglês não era o melhor e demos por nós com flores na mão, a pedir proteção a Shiva, para nós e para a nossa família, no meio de uma massa enorme de indianos.
Acabando esta experiência e ainda meio atordoados decidimos ir novamente de metro até à estação Esplanada. Foi aí que andámos perto do rio Hooghly, onde vimos várias ghats, onde as pessoas se vão tomar banho, lavar roupa… Algo que não recomendamos, tendo em conta a quantidade de lixo que se encontra neste rio. Apanhámos um ferry público, que nos custou 5 INR e fomos até ao outro lado do rio, para a estação Howrah. De lá, passámos a movimentada ponte Howra e chegámos até ao famoso mercado de flores. Foi incrível ver toda aquela agitação, misturada com todas as flores coloridas. Já cansados fomos jantar e descansar para o hotel.
Dia 162
Começámos o dia já tarde, pois tivémos que arrumar as mochilas e fazer o check-out, pois à noite tínhamos de apanhar o nosso primeiro comboio noturno na Índia. Decidimos dar uma volta pelo bairro perto do hotel onde estávamos e desta vez descobrimos ruas calmas, sem carros, nem motas, apenas pessoas locais a viverem o seu dia a dia. Ao passearmos pelas diferentes ruas da cidade, damo-nos conta que cada rua tem a sua “especialidade” , como trabalhar a madeira/mobília, ouro, prata, oculista, reparação de pneus… Por toda a cidade pode-se beber massala chá, cheio de especiarias e leite, servido num copinho de barro, que tem a particularidade de se desfazer com água. Depois continuámos caminho até ao bairro onde a Madre Teresa de Calcutá viveu e passou grande parte da sua vida. Aqui encontram-se casas de missionários de caridade e uma igreja com o seu nome. Acabámos por entrar no edifício onde ela morou e ver o seu túmulo. Seguimos caminho até ao cemitério South Park Street, que é um dos mais antigos cemitérios de Calcutá e representa a grandeza do período colonial. Tem cerca de 1600 túmulos, rodeados de árvores e flores o que lhe dá uma atmosfera muito particular. De seguida fomos até ao hotel, jantámos e apanhámos um Uber para nos levar até à estação de comboios, onde íamos apanhar o comboio noturno até Varanasi.













Bonjour à vous,
Je suis arrivé enfin à faire un tour sur votre site.
Cela m’a permis de me remémorer tous les bons moments que nous avons partager, même si par moment ce fut a distance, cela reste et restera pour moi un de mes meilleurs souvenirs de ma courte vie de voyageurs.
Je referai un tour dans quelques temps pour voir la suite de vos aventures, si vous abandonnez pas la rédaction de votre site car je sais que cela reste assez chronophage.
Prenez soin de vous et à bientôt j’espère ici ou ailleurs.
Bises à vous
Thierry