Dia 146
Depois de sairmos de Bagan por volta das 14h30, só conseguimos chegar a Mandalay já passava das 19h30. Foi uma viagem muito atribulada com o autocarro sempre a parar para entrarem e saírem locais. Felizmente o autocarro que nos levou, deixou-nos à porta do nosso hotel. Neste dia foi só tempo de fazer o check in e ir jantar a um buffet recomendado por um funcionário do hotel, o qual gostámos muito. Quando estávamos a entrar no nosso quarto de hotel, conhecemos a Vanessa e a Sofia, duas portuguesas que por coincidência estavam a dormir no quarto ao lado do nosso. Já se sabe um bom português nunca perde oportunidade para trocar uns bons dedos de conversa.
Dia 147
Depois de tomado o pequeno almoço, fomos andar de bicicleta por Mandalay. O hotel em que ficámos, tinha bicicletas gratuitas para os seus hóspedes. Depois de pedalarmos um bom bocado e de passarmos à volta das muralhas do palácio imperial, vimos muitas crianças monges quando estávamos a chegar à nossa primeira paragem. Quer dizer chegámos ao início da escadaria que dava acesso à pagoda sutaungpye que fica no topo da montanha de Mandalay. Infelizmente estava um dia com bastante poluição no ar, por isso quando lá chegámos, a vista não era a melhor. Mesmo assim valeu a pena a subida pois deu para vermos várias outras pagodas. Depois de descermos, seguimos para o nosso próximo destino, o templo Kyauktawgyi. Pelo caminho ainda parámos para comer alguma coisa. Este complexo ainda é muito recente, pois a parte principal tem só 2 anos e existem algumas partes ainda em construção. Daqui seguimos caminho para a pagoda kuthodaw que é muito gira, principalmente por todas as pequenas pagodas brancas em redor. Perto daqui existem dois templos, que decidimos ver apenas por fora, o atumashi kyaung e o shwenandaw kyaung. Como de manhã não tínhamos subido para a montanha de Mandalay pela parte principal e como também já não estava tanta poluição, decidimos subir um pouco e ver a vista, principalmente sobre as pagodas brancas. De um dos templos na montanha consegue se ter uma vista realmente muito bonita, sobre o palácio imperial. Daqui seguimos caminho para o hotel para vermos algumas coisas para os nossos próximos destinos de viagem. Para jantar, fomos ao mesmo restaurante do dia anterior, o Golden Shan, desta vez levámos a Vanessa e Sofia.
Dia 148
Para este dia, decidimos alugar uma mota e ir conhecer as zonas em redor de Mandalay, mais propriamente antigas capitais da Birmânia. O aluguer da mota teve o custo de 15000 MMK. Começámos por andar de mota ao longo do rio e depois atravessar a ponte Yadanabon para a zona de Sagaing, com o objetivo de subir até à montanha e apreciar a vista sobre todos os templos na sua colina. Como o João já perdeu dois pares de óculos de sol, aproveitou aqui para comprar uns por 3000 MMK. Daqui, seguimos até à Academia budista internacional de Sitagu, um edifício muito bonito, mas que não dava para entrar. Mais tarde, parámos para comer uma sandes numa roulotte. Depois, seguimos viagem para Inwa, que fica na outra margem do rio, por isso tivemos de atravessar a ponte Inwa. Para evitarmos ter de dar uma grande volta para sul, decidimos fazer uma pequena travessia de barco onde também conseguimos levar a mota. Ao todo pagámos 4000 MMK. A travessia do pequeno afluente do rio Irrawaddy demora cerca de 5 minutos. Quando aqui chegámos, já estávamos em Inwa e podemos então começar a visita pelos templos, mosteiros e pagodas. O mosteiro Bagaya é mesmo muito bonito, por ser todo em madeira, o qual pintam para ficar todo preto. Ainda visitámos a pagoda yadana hsemee, o templo nogatataphu paya, o templo thisa Taik paya, a torre do relógio nanmyin e o templo mae nu oak kyaung. Com o passeio já completo em Inwa, apanhámos o barco de regresso a Mandalay, para irmos até ao nosso destino final, a ponte U Bein. Apesar da quantidade de pessoas, conseguimos ver esta ponte peculiar. A maior parte da ponte é feita em estacas de madeira. Daqui consegue se ver um excelente pôr do sol e foi isso que fizemos ? depois de tirarmos bastantes fotos, foi tempo de voltar ao hotel, tomar um banho e ir jantar. Como não existiam muitas opções, fomos outra vez os quatro, jantar ao mesmo restaurante dos dias anteriores.













