Dia 195
Passámos este dia entre aeroportos e aviões. No voo entre Kuala Lumpur e Melbourne podemo-nos deliciar com belas vistas para as várias ilhas da Indonésia e um pôr-do-sol inesquecível. Chegámos ao aeroporto de Melbourne por volta das 22h00 (hora local). Ainda antes de sairmos do aeroporto, fomos até ao centro de informações e adquirimos um cartão SIM da Vodafone para termos acesso à internet nos próximos dias, visto que íamos estar 9 dias a viajar numa campervan entre Melbourne e Sydney. Chamámos um Uber e lá fomos nós até à casa da Nicole que tínhamos contactado previamente pelo Airbnb. A casa sua fica no bairro de Coburg na periferia de Melbourne. Quando chegámos fomos muito bem-recebidos e instalados. Quando nos fomos deitar já passava da 1h00.
Dia 196
Neste dia acordámos um bocado mais tarde do que tínhamos contado, mas tínhamo-nos esquecido que iríamos sofrer com o jet-lag, mas só com 2 dias para visitar Melbourne, lá nos decidimos a levantar. Depois de tomar um belo banho e um bom pequeno-almoço, saímos em direção à paragem de tram mais próxima. Mas antes disso a Nicole deu-nos o cartão Myki e com ele por 8,20 dólares australianos pode-se andar de tram o dia todo de forma ilimitada. Chegámos ao centro da cidade e andámos ao lado do rio desde a ponte Queens até à ponte Princess. Chegámos então à Federation Square e fomos visitar a lindíssima catedral St. Paul. Decidimos visitar o jardim botânico, passando também pelo jardim Queen Victoria. Gostámos muito deste jardim, pois podemos encontrar uma fauna (aves) e flora bem diferente do que estamos habituados. Depois fomos até à Stone of Remembrance, um memorial para as pessoas que morreram na primeira guerra Mundial e de onde se pode ter uma vista simpática da cidade. Voltámos então à Federation Square, passámos pela rua Flinders e apanhámos o tram para “casa”, mas na ida ainda parámos no supermercado Coles (que recomendamos) para comprar alguma comida. Já à noite foi tempo de organizar o próximo dia e caminha.
Dia 197
Neste dia acordámos relativamente cedo, pois queríamos fazer o free walking city tour, ou seja, integrarmos um grupo com uma guia, que nos apresenta os sítios chave do centro da cidade de forma gratuita, mas se gostarmos, podemos sempre deixar uma gorjeta no final. Mas antes disso ainda passámos pelo mercado Queens Victoria, mercado muito interessante, com lembranças bastante engraçadas e baratas. Foi pena não termos tido muito tempo para explorá-lo, visto que já estávamos muito em cima da hora do tour. Interessante saber que no centro da cidade todos os trams (elétricos) são gratuitos. E foi exatamente num desses trams, mais propriamente o tram 35, chamado de city circle, onde conhecemos a Luísa, uma portuguesa, que nos acompanhou durante o free walking city tour. Depois da volta pela cidade com a guia, decidimos voltar e entrar na biblioteca do estado Victoria, muito bonita, principalmente a sala principal, com uma cúpula enorme. Dentro da biblioteca também existe uma exposição sobre a história de Melbourne e do Ned Kelly, mais exposições temporárias. Voltámos a passar por algumas ruas famosas pela arte de rua, como a rua hosier line. Depois andámos ao longo do rio desde o Federation Square até à ponte Seafarers. Decidimos ir até à praia santa Kilda no tram número 6, desde o centro da cidade. Passeámos pela praia e fomos até ao pontão na esperança de ver pinguins, mais propriamente os pequenos pinguins azuis, característicos da Austrália. Esperámos até ao pôr-do-sol e eles lá começaram a aparecer. Uns vinham do mar, depois do dia de pesca e os outros apareceram por debaixo das rochas, pois esta é a altura em que eles trocam as penas, para continuarem a ter um revestimento impermeável. Tivemos muita sorte e conseguimos ver uns 20 pinguins, adorámos. Já por volta das 21h00 apanhámos outra vez o tram, desta vez em direção a casa.











