Dia 102
Dia de fazer novamente as malas e seguir caminho em direção à praia (finalmente ?), mais propriamente para Koh Rong Samloem. Para lá chegar fomos de minivan, desde Phnom Penh até Sihanoukville e depois apanhámos um barco para M’Pay Bay (número 1 no mapa) em Koh Rong Samloem. No total pagámos 50 $ para os dois. Já chegámos à ilha por volta das 16h00, por isso já não deu para fazer nada a não ser planear o que fazer nos restantes dias, isto depois de fazermos o check in no hostel Sure Stay e comer alguma coisa. A nossa primeira impressão quando chegámos, não foi a melhor, isto porque se via bastante lixo na praia e porque também existia bastante construção, mas com o passar dos dias a nossa opinião foi mudando.
Dia 103
No nosso primeiro dia (completo) na ilha, decidimos ir visitar a praia, Clear Water Bay (número 2 no mapa). Para lá chegarmos, tivemos de andar pelo meio da água (o melhor é passar durante a maré baixa) e depois atravessar uma pequena floresta. A praia é sem dúvida lindíssima, pois a sua areia é completamente branca e não existe construções, a não ser um pequeno cais e um alojamento. Como nós adoramos fazer snorkeling, não perdemos a oportunidade e fomos logo fazer. Mesmo não sendo dos melhores sítios, vale bem a pena experimentar. De volta para a pequena vila, decidimos ir para o bar Dragon Fly, para tentarmos ver o pôr do sol no mar. Apesar de não termos visto perfeitamente, ficámos contentes.
Dia 104
Depois de tomarmos um belo pequeno almoço, junto ao cais, fomos explorar um pouco a ilha. Decidimos ir caminhar para outra zona da ilha (número 3 mapa), que por fim nos apercebemos que é uma outra pequena aldeia onde existe um pequeno posto militar. Como não dava para fazer praia, decidimos voltar para trás e ir fazer praia na M’Pay Bay, mas mais no final, já perto da zona onde temos de entrar na água para ir para a praia Clear Water Bay. Apesar de estar bastante sol, o vento não ajudava muito, por isso depois de uns quantos banhos, decidimos voltar para a vila e almoçar / lanchar alguma coisa. Como já estava na hora do pôr do sol, fomos tentar encontrar o melhor sitio para o ver. Um amigo que conhecemos na ilha, o Martin, juntou-se a nós e lá fomos nós. Mais uma vez, as nuvens não ajudaram muito, mas foi bom relaxar ao pé do mar a ver todas as cores no céu. Depois, como já estávamos a ficar com fome, fomos jantar com o Martin. Já de volta para o hostel, fomos ainda jogar cartas e falar um pouco com dois amigos franceses, o Bertrand e o Nicolas.
Dia 105
No dia anterior, já nos tínhamos ido informar com algumas pessoas, acerca do transporte de barco para as outras praias na ilha. Como o vento já tinha parado um pouco, falámos com o Nicolas e o Bertrand se queriam ir connosco, ao que prontamente disseram que sim. Fomos então falar com o proprietário de um dos barcos e começámos a nossa viagem por volta das 10h00 com o custo de 7 $ por pessoa, isto porque eramos 4, caso contrário o preço seria um pouco mais elevado. O barco deixou-nos na praia Lazy Beach (número 4 no mapa) e acordámos para nos ir buscar por volta das 17h00 ao mesmo sítio. Dessa praia decidimos então, seguir caminho para a Saracen Beach (número 5 no mapa). Esta praia tinha a areia muito branca, mas em comparação com a Clear Water Bay, tinha bastantes restaurantes e alojamentos. Já depois de almoço, decidimos regressar para a Lazy Beach. Ambas as praias são muito bonitas, mas muito diferentes. A Saracen Beach tem a areia mais fina e branca, daí também se consegue ver o nascer do sol. Já a Lazy Beach tem a areia mais grossa, não tão branca (mais ao estilo das praias portuguesas), é também uma praia mais “privada” e consegue-se ver o pôr do sol. Já de volta à vila, fomos tomar um banho, jantar e dormir.
Dia 106
Mais um dia de despedidas, pois o Nicolas e o Bertrand iam-se embora. Sendo este o nosso último dia na ilha, decidimos voltar à Clear Water Bay, a praia que mais gostámos na ilha. Antes disso e enquanto estávamos a tomar pequeno almoço encontrámos o Martin. Depois do pequeno almoço, fomos visitar a escola da vila e perceber um pouco como funciona o sistema de ensino. Ao falarmos com uma pessoa que está a fazer voluntariado na ilha, conseguimos perceber algumas dos projetos que estão/virão a ser feitos para melhorar a ilha, por exemplo para eliminar o lixo vai ser instalada um máquina para queimar o lixo, sem poluir o ambiente e também máquinas para destruir o plástico em pequenos pedaços. Junto à escola vai ser construído um parque para as crianças brincarem onde o chão (piso tartan) vai ser feito através do plástico destruído. Depois foi hora de seguirmos para a Clear Water Bay e passar lá parte do nosso dia a descansar e a fazer snorkeling.
Dia 107
Dia de dizer adeus a esta ilha que adorámos. Muita gente diz que se parece com algumas ilhas da Tailândia 20 anos atrás e agora percebemos o porquê, pois esta ilha ainda tem muita coisa para evoluir e o turismo ainda é muito pouco. As pessoas que aqui vivem são muito simpáticas e sempre com um sorriso na cara. A nossa próxima paragem é Kep, uma vila muito conhecida pela pimenta e pelo caranguejo. Para lá chegar apanhámos o barco de volta a Sihanoukville e depois um autocarro até Kep. Quando entrámos no barco, qual não foi o nosso espanto que encontrámos a Daniela, uma rapariga que tínhamos conhecido em Luang Prabang, Laos à cerca de dois meses atrás. A conversa, não foi muito longa porque ela ia sair logo na paragem seguinte, no cais da Clear Water Bay, mas foi bom reencontrá-la e falar um pouco.


















