Dia 565
Como tínhamos o autocarro para Potosí só às 10h00, não era preciso acordar muito cedo ?. Quando chegámos ao “terminal rodoviário”, já o Remi e a Eléonore estavam à nossa espera. Esta viagem custou-nos 60 bolivianos, para os dois. Durante a viagem, atravessámos montanhas e passámos por entre vales até chegarmos a Potosí, que fica a cerca de 3900 metros de altitude. Mal chegámos ao terminal rodoviário, apanhámos logo um táxi para o hotel. Deixámos as malas e saímos logo para ir comer. O problema é que era domingo e estava quase tudo fechado. A seguir ao almoço, caminhámos até ao centro e deparámo-nos com uma celebração que estava a decorrer em homenagem ao Santo da saúde. Haviam muitas pessoas a desfilar com trajes característicos e também bandas com músicas típicas. Potosí é uma das cidades mais altas do mundo, a 4090 metros de altitude. Depois, caminhámos um pouco para ver o centro histórico. Decidimos subir à “Torre de la Compañia”, que tinha um miradouro com vista de 360° sobre toda a cidade e também sobre o “Cerro Rico”. Quando saímos, descemos até ao museu do Convento de Santa Teresa e subimos de volta ao centro. Passámos também pelo conhecido “Arco Cobija”, que antigamente dividia a zona onde os espanhóis e os indígenas viviam. Como estávamos cansados e íamos ficar em Potosí mais um dia, decidimos descansar um pouco. Fomos jantar com o Remi e a Eléonore ao restaurante “Potocchi”. “Potocchi” significa Potosí, no dialeto indígena Quechua. Tivemos de esperar muito tempo pela comida, mas valeu bem a pena. Depois do jantar, despedimo-nos deles, pois no dia seguinte iam para Sucre.
Dia 566
Aproveitámos a parte da manhã para atualizar o website. Fomos almoçar um “almuerzo familiar” ao centro histórico. Á hora de almoço, a maioria dos restaurantes locais têm menus económicos, com sopa, prato principal e sobremesa/bebida. Normalmente, custa entre 15 e 25 bolivianos. Depois, fomos passear até à Praça 6 de agosto, “Plaza 10 de noviembre” e pelas lindas ruas do centro histórico. Não conseguimos andar muito, pois havia bastante poluição devido aos carros e claro, porque estávamos a 3900 metros de altitude. Como tínhamos gostado tanto do jantar do dia anterior, decidimos voltar. Mais uma vez, estava delicioso. O proprietário, o senhor Jacinto é muito simpático e disse-nos que além deste restaurante, também tem outro em Sucre, exatamente para onde íamos a seguir.








