Dia 567
Acordámos cedo, arrumámos tudo e fomos tomar o pequeno almoço. Às 09h00 tínhamos de estar na “Casa Nacional de la Moneda” para fazer a visita guiada. Optámos por fazer em inglês, pois tinha menos pessoas. Além da história da moeda, também vimos várias salas com pinturas da época, muitas delas feitas por indígenas. Na segunda metade do século XVI, a mina “Cerro Rico” produziu cerca de 60 % de toda a prata extraída no mundo. No século XVII era a segunda cidade mais populosa (seguida de Paris) e a mais rica do mundo. Nesta casa, foi onde se fizeram muitas moedas utilizando máquinas de madeira bem grandes, onde era necessário a ajuda de mulas e mão de obra, primeiramente de escravos e depois indígenas. Mais tarde, esta maquinaria foi substituída por outras mais recentes (vapor, hidráulica). No caso da maquinaria hidráulica, a produção era muito inferior àquela produzida pelos métodos mais artesanais, devido a não haver técnicos que soubessem reparar as máquinas. Tendo que vir técnicos dos Estados Unidos para as repararem. Depois desta visita, voltámos ao hotel para ir buscar as malas e seguir para o novo terminal rodoviário. O autocarro saiu por volta das 13h00 e chegámos a Sucre pouco passava das 16h00. Por esta viagem pagámos 40 bolivianos, os dois. Quando chegámos, fomos para o hostal que tínhamos reservado e mais tarde, fomos jantar com o Remi e a Eléonore, ao restaurante Potocchi. Ficámos no Hostal Condor B&B, que recomendamos.
Dia 568
Da parte da manhã descansámos e atualizámos o website. Quando chegou a hora de almoço, fomos a um restaurante vegetariano que gostámos muito, o “El Germen”. Depois de almoço, fomos visitar a “Casa de la Libertad”, onde aprendemos um pouco da história da Bolívia, desde a sua independência até aos conflitos com países vizinhos (Chile, Brasil, Perú). Quando acabámos a visita, voltámos para o hostal e por lá ficámos o resto da tarde. Para jantar, optámos por comer uma pizza.
Dia 569
Depois de tomarmos o pequeno almoço, fomos caminhar um pouco. Subimos até ao miradouro que fica em frente ao largo, onde tem a Igreja de Santa Ana e o “Convento de la Recoleta”. Foi um bom passeio, mas estávamos à espera de uma melhor vista sobre a cidade. Como já era hora de almoço, descemos até ao centro e fomos comer ao restaurante “Kultur Berlin Café”. Depois de almoço, caminhámos até ao mercado central para ver como era por dentro. Basicamente tem de tudo, até é difícil dar com a saída. Andámos mais um pouco pelo centro histórico até chegarmos ao “Convento de San Filipe de Neri”. Aqui, podemos subir e ter uma vista muito bonita sobre o centro da cidade. Para não falar do convento em si, que é muito bonito. Quando acabámos a visita, voltámos para o hostal e de lá já não saímos mais.
Dia 570
Esta é daquelas cidades que temos vontade de ficar mais tempo. Além de ter um centro histórico lindíssimo, o hostal onde estamos é muito bom e as pessoas são simpáticas. Para este dia, decidimos ir visitar o Parque Cretácico. Para chegar a este parque é necessário apanhar um coletivo (autocarro), perto do mercado central. A viagem custou 5 bolivianos para os dois. Este parque contém o maior número de pegadas de dinossauros no mundo. Contém mais de 5000 pegadas de 8 espécies de dinossauros diferentes e 462 trilhas. Isto tudo numa parede com 1500 metros de comprimento e 110 metros de altura. Sem dúvida que este local nos impressionou. De volta ao centro, decidimos parar no terminal rodoviário para ir comprar o bilhete de autocarro para o dia seguinte. Da parte da tarde, passámos novamente pelo parque de Santa Cruz, “Basílica de San Francisco de Charcas” e Praça “25 de Mayo”. Já no hostal, conhecemos um casal espanhol, a Maria e o Guillermo, com quem conversámos até irem apanhar o autocarro noturno para La Paz. Neste dia, fomos jantar ao restaurante Tacos & Burritos.
Dia 571
Este iria ser o nosso último dia em Sucre, uma cidade que adorámos conhecer. Como tínhamos que adiantar um pouco o website, da parte da manhã não saímos do hostal. Para almoçar, fomos ao restaurante “El Germen”. Desta vez, o prato principal foi uma deliciosa pizza vegetariana. Depois de almoço, fomos caminhar um pouco até ao parque “Libertador Simón Bolívar”. Passámos ainda pela estação de comboio antes de voltarmos para o hostal. Ficámos o resto da tarde a atualizar o website. Por volta das 19h00, apanhámos um táxi até ao terminal rodoviário. Antes de embarcarmos, fomos jantar a um dos inúmeros restaurantes que servem frango frito. Tínhamos uma longa viagem noturna pela frente até La Paz. Por esta viagem, pagámos 100 bolivianos cada um.



















