Dia 607
Neste dia tínhamos pela frente uma viagem até Lima. Desta vez, optámos por ir de avião ao invés de utilizar o autocarro. A viagem de autocarro seria de 22 horas e o preço do bilhete de avião era idêntico ao de autocarro. Chegámos ao aeroporto de Lima por volta das 13h00 e daí apanhámos um Uber até à casa onde íamos ficar. Quando chegámos, o Daniel, proprietário da casa, mostrou-nos onde iriamos ficar e explicou-nos o que fazer na cidade. Depois de nos instalarmos, fomos almoçar. O Daniel recomendou-nos “Mango & café”, onde comemos umas sandes e bebemos uns sumos naturais deliciosos. Depois, fomos caminhar um pouco pelo “Parque de la Exposición” até chegarmos ao centro comercial “Real Plaza”. Tínhamos que comprar um novo par de ténis ao João. Voltámos então para casa e a Carina fez um belo esparguete à bolonhesa, que já não comíamos a algum tempo. Tivemos também na conversa com o Daniel, que nos mostrou a sua enorme coleção de Legos ?.
Dia 608
Decidimos
visitar o centro de Lima. Desde a casa onde estávamos até ao centro, ainda
tínhamos de caminhar 30 minutos. Seguimos os concelhos do Daniel e caminhámos
por dentro do “Parque de la Exposición”, passando em frente ao
Palácio da Justiça e continuando pela rua “Jirón de la Unión” até chegarmos à
“Plaza San Martin”. Desde aí, caminhámos até à “Plaza Mayor de
Lima”. Nesta praça, podemos ver vários monumentos importantes, como o
Palácio do Governo e a Catedral de Lima. Como era domingo e estava-se a
realizar a missa, podemos entrar gratuitamente na Catedral. De seguida, fomos até
à Basílica de “San Francisco”, onde também podemos admirar o seu
interior gratuitamente. Nas catacumbas desta Basílica, encontram-se 25000
corpos sepultados.
Como já era perto das 12h00, voltámos para a “Plaza Mayor de Lima”
para ver a troca de guardas no Palácio do Governo, que teve a duração de 20
minutos. Quando terminou, optámos por fazer um “free walking tour” pela zona
histórica da cidade.
Os edifícios mais antigos desta praça remontam ao século XVI. A fonte que está no centro da praça tem leões e dragões. O dragão representa os incas (“pagões”) e o leão a conquista dos espanhóis. A Catedral tem dois estilos arquitetónicos: a parte central é estilo barroco e as torres neoclássico, pois as torres originais caíram durante um terramoto. Depois de uma explicação da praça, passámos pela “Casa de la gastronomia”, que antigamente era um posto de correios.
De seguida, fomos até à Basílica de Santíssimo Rosário, onde se encontra o crânio da Santa Rosa e do Santo Martin de Porres. Caminhámos perto do rio Rimac, que separa Lima do distrito de Rimac e acabámos o tour perto do Bar Cordano, com cerca de 115 anos.
Depois do tour, decidimos ir almoçar a um mercado de comida que ficava perto do rio Rimac e onde havia muita comida típica peruana. Entre vários pratos que provámos e não nos lembramos do nome, um deles foi o tão famoso ceviche. Como já tínhamos caminhado bastante, decidimos voltar para o alojamento. Pelo caminho, parámos no centro comercial para o João comprar os ténis que tanto precisava e passámos na agência de autocarros “Movil Tours” para comprar os bilhetes para Huaraz. Por esta viagem, pagámos 70 soles para os dois. Mais tarde, fomos ao “Parque de la Reserva” ver o espetáculo de fontes de água iluminadas. Mas não íamos estar sozinhos, pois o primo do João e a sua namorada, o Thiago e a Mônica estavam no Peru a passar férias e por coincidência estavam em Lima nestes dias. Foi bom poder vê-los outra vez e passar algum tempo a conversar. O espetáculo foi muito bonito, pois mostrava um pouco da história do Peru. Quando terminou, demos uma volta pelo parque e depois, fomos até casa para continuarmos a falar mais um pouco.












